Conselho Municipal do Patrimônio Cultural COMPAT Mariana Minas Gerais
Zelando pela nossa  História

TOMBAMENTO - 2013

 

Dossiê de Tombamento da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário de Padre Viegas

 

Decreto de Tombamento:

Livro de Tombo:

Técnico Responsável: Vilcéia Morais Martins

O templo dedicado a Nossa Senhora do Rosário, padroeira do então Sumidouro, teve sua construção iniciada entre os anos de 1742 e 1745. O prelado do Rio de Janeiro concedeu-lhe na ocasião o título de Igreja Matriz e o Alvará Régio de 16 de janeiro de 1752 conferiu-lhe natureza colativa.

Seus primeiros vigários foram Manuel Nunes de Sousa, apresentado por Carta Régia a 18 de janeiro de 1752 e colado por ato a 23 de agosto do mesmo ano; José Alves de Meireles, colado em 8 de julho de 1809; Luís da Cunha Osório, apresentado por Carta Régia de 17 de abril de 1812 e colado no mesmo ano a 19 de agosto; Francisco Rodrigues de Paula, apresentado por Carta Imperial em 14 de maio de 1828 e colado a 9 de julho daquele ano e Inácio José Duarte, apresentado por Carta da Presidência da Província de 14 de fevereiro de 1837, com colação a 23 de maio daquele ano.

No ano de 1823 Sumidouro contava com cinco capelas filiais e 3.473 habitantes, número muito expessivo para a época, o que denotava a sua importância econômica, política e religiosa na região, condição que perdurou até meados do século XIX.

A Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário, construção ampla e de porte imponente, é o único edifício religioso que sobreviveu aos séculos que passaram pelo antigo Sumidouro, atual Padre Viegas. O seu tombamento a nível municipal obedece ao desígnio da preservação de sua estrutura e ao reconhecimento da sua inegável importância entre os monumentos do Barroco do Brasil.

 

 

Dossiê de Tombamento

 

 

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